É galera, este é um ponto para refletirmos. O Artigo 331 do Código Penal Brasileiro, diz “Art. 331 - Desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela: Pena - detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, ou multa.”
As letras da Banda, procuram principalmente mostrar as diferenças entre os diversos níveis da sociedade. Não somente níveis sócio-financeiros, mas também níveis culturais.
Ficamos nos últimos anos desprovidos de qualquer ajuda relevante do poder público. Este abandono é principalmente caracterizado pela inexistência de Saúde Pública, Saneamento Básico, Lazer, Segurança Pública e principalmente Educação.
E daí, vimos o surgimento da ditadura do serviço público. Onde funcionários com a cultura do jeitinho, pagos pelo estado, diga-se de passagem, por nós, nada fazem para nos ajudar. E como deixar de reafirmar: Será que eles têm autoridade? Será que são autoridades?
E não admitem que chamemos sua atenção, pela morosidade do serviço, sobre pena de estarmos infringindo o Art.331 supra citado.
Então é daí que concluo que estamos acatando uma “desautoridade”. No jargão popular estamos batendo palma para maluco dançar. Ou ainda mais longe, estamos calados com toda esta barbaridade.
Na verdade estamos no meio de um fogo amigo, na cultura da mediocridade da cerveja gelada, do “surraskinho”, da mulata e principalmente de que não vale a pena brigarmos pelo nossos direitos.
E ainda temos que aturar um zé ruela dizendo que é autoridade!!!!
Amigos autoridade tem quem estuda, quem trabalha e quem com honestidade, briga pelos seus direitos. Este, apesar de todos os chamarem de otário, usa seu cargo público para melhorar a nossa vida.
Por isto, nunca deveremos acatar uma desautoridade, mas sim mostrar quem manda, e quem manda ainda somos nós.
Abraços
Rui
As letras da Banda, procuram principalmente mostrar as diferenças entre os diversos níveis da sociedade. Não somente níveis sócio-financeiros, mas também níveis culturais.
Ficamos nos últimos anos desprovidos de qualquer ajuda relevante do poder público. Este abandono é principalmente caracterizado pela inexistência de Saúde Pública, Saneamento Básico, Lazer, Segurança Pública e principalmente Educação.
E daí, vimos o surgimento da ditadura do serviço público. Onde funcionários com a cultura do jeitinho, pagos pelo estado, diga-se de passagem, por nós, nada fazem para nos ajudar. E como deixar de reafirmar: Será que eles têm autoridade? Será que são autoridades?
E não admitem que chamemos sua atenção, pela morosidade do serviço, sobre pena de estarmos infringindo o Art.331 supra citado.
Então é daí que concluo que estamos acatando uma “desautoridade”. No jargão popular estamos batendo palma para maluco dançar. Ou ainda mais longe, estamos calados com toda esta barbaridade.
Na verdade estamos no meio de um fogo amigo, na cultura da mediocridade da cerveja gelada, do “surraskinho”, da mulata e principalmente de que não vale a pena brigarmos pelo nossos direitos.
E ainda temos que aturar um zé ruela dizendo que é autoridade!!!!
Amigos autoridade tem quem estuda, quem trabalha e quem com honestidade, briga pelos seus direitos. Este, apesar de todos os chamarem de otário, usa seu cargo público para melhorar a nossa vida.
Por isto, nunca deveremos acatar uma desautoridade, mas sim mostrar quem manda, e quem manda ainda somos nós.
Abraços
Rui

É...
ResponderExcluirRealmente, depois de ler este post fiquei muito chateada, pois SOU FUNCIONÁRIA PÚBLICA DA SAÚDE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO! Sei sim que pode haver mávontade por parte de funcionários públicos, pois trabalho com muitos deles. Mas vocês estão generalizando as coisas. Apesar do meu salário base de R$ 157,00, que chega a mais de R$600,00 com as "gratificações", não trato mal os meus pacientes. O QUE EU NÃO QUERO PRA MIM, EU NÃO FAÇO COM OS OUTROS! E, com certeza, existem mais pesoas assim. Eu trabalho com algumas pessoas valiosissimas, que põem a teoria de vocês abaixo.
Estou desapontada com o que li e demonstro a minha indignação!
Sinceramente,
Michele Ramos.
Técnica em Enfermagem estatutária do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, de Duque de Caxias/R.J.